2º LIVRO DO ANO

"HARRY POTTER E O CÁLICE DE FOGO", J. K. ROWLING






 Esse é  meu
... rsrs

Hoje é dia 14 de janeiro de 2016. Terminei meu 2º livro, o quarto da série. E hoje também foi noticiada a morte do ator Alan Rickman, que interpretou o professor/bruxo Severo Snape na adaptação cinematográfica da série. Houve muita manifestação a respeito, porque toda uma geração aprendeu a amar Harry Potter. E cada vez mais eu me surpreendo pelo amor dos fãs por esta saga e tudo o que está envolvido nela. 

Severo Snape, imortalizado por Alan Rickman.

E então, lá se foi o quarto livro...

Mais uma vez, começamos com Harry na casa dos Dursley, seus tios trouxas (que já angariaram toda a minha antipatia pela maneira que tratam o menino...) e vai para a Copa do Mundo de Quadribol com a família de Rony Weasley (um bando de ruivos que moram no meu coração). Só aí já foi tanta confusão por conta do preconceito da família trouxa do Harry (seus tios Petúnia e Walter e seu odioso primo Duda) que garantiram a parte divertida do livro. 

Mas, antes disso, temos a introdução sombria (até mais "adulta", por assim dizer) com personagens que vamos desconfiar já serem conhecidos do livro anterior. O mau caráter Rabicho está lá, juntamente com uma cobra gigantesca e...(deduzimos ser)  Aquele-que-não-se-deve-nomear (estava contando as linhas pra esse cara aparecer, porque até aqui a gente só viu a fama dele... E ele será o dono da bagunça, né? Afinal, ele tem obsessão por destruir Harry,  provar ser mais forte do que o garoto, além de ser uma ameaça a todo o mundo da magia...)

Durante o jogo da final, uma confusão no mundo dos bruxos está armada:  foi conjurada a marca negra no céu (a caveira com a cobra), para que todos vissem - marca d'Aquele-que-não-se-deve-nomear e que seus discípulos usavam como prova de lealdade. E, além disso, vários bruxos mascarados estão se divertindo  fazendo absurdos com mágica contra alguns  trouxas que estavam na área do acampamento, próximo ao estádio onde foi realizada a Copa, sem nenhum pudor. Ou seja, está tudo uma bagunça. Em Hogwarts, os alunos são surpreendidos com a notícia de que Dumbledore teve a ideia de ressuscitar o Torneio Tribuxo como forma de "unir" as escolas de magia (Hogwarts, Beauxbatons e Durmstrang). As escolas vem até Hogwarts e acampam na propriedade... O Cálice de Fogo sorteará um representante por escola para cumprir três tarefas que definirão o campeão do torneio. A participação é restrita a alunos que tenham 17 anos no mínimo. E cada aluno fica responsável por sua inscrição, que nada mais é senão colocar seu nome no referido cálice...

Três alunos são sorteados - e, no caso de Hogwarts, não foi Harry, foi Cedrico Diggory, da casa Lufa-lufa... 


MAS>>>

O cálice "cospe" um quarto nome e é SIM : HARRY POTTER!!!

Mais encrenca para Harry, muitas perguntas surgem: como ele driblou a restrição? Fez escondido dos próprios amigos, já que nem Hermione e Rony sabiam de sua inscrição? Contrariou Dumbledore? Se não foi ele, quem teria interesse em inscrevê-lo? Por que?  Todos começam a olhá-lo com desconfiança, até mesmo Rony, que se sente traído pelo amigo... Mas, como Harry foi escolhido, acaba participando mesmo sendo autorizado a participar, mesmo sendo o mais novo dos três sorteados e sua inscrição não ter muita lógica.

Toda a ação do livro acontece por conta do Torneio Tribuxo, permeada por outras investigações que suscitam a curiosidade de Harry e seus amigos sobre acontecimentos, como a vinda de um novo professor que foi auror (caçador de bruxos do mal) em outra época para o cargo de Defesa da arte das trevas, Alastor "Olho-Tonto" Moody. Aliás, Harry está sentindo muita dor em sua cicatriz causada por Aquele-que-não-se-deve-nomear (ADORO escrever isso...rsrsrs) há treze anos atrás e tendo pesadelos, desmaios... Muita coisa estranha (como sempre) acontecendo.

Neste livro temos um primeiro confronto direto muito importante que eu estava esperando desde o segundo livro e gostei muito do desfecho. Tem trechos emocionantes e Dumbledore é uma espécie de druida, muito sábio e com a palavra certa a ser dita nos momentos de maior pânico. Os diálogos dele com Harry são os meus favoritos!

Gostei da maneira como a história foi contada aqui. Gostei muito do "HP e o prisioneiro de Askaban" por conta do encontro de Harry e seu padrinho, mas "...O Cálice de Fogo" traz uma presença essencial a esta história/saga, que já deixa em aberto o próximo enredo. 

Não sou Potterhead, mas estou gostando da maneira como as coisas estão caminhando. J.K. Rowling sabe manter o ritmo da história, permeando-a com subtramas interessantes que complementam a trama principal, além de sempre fazer referências a fatos narrados nos outros livros. E os finais são do tipo que deixam aquela ansiedade por saber o que acontecerá, fica sempre alguma coisa sem ser resolvida, alguma coisa que você quer saber como ficará.

Enfim, gostei muito do desfecho desse livro. Já me deixou "pendurada" para o próximo...

Que pena que perdi a "grande onda" do Harry Potter há alguns anos atrás! Eu teria aproveitado muito mais, com certeza! 

UM beijo pra você que leu até aqui e TCHAU!

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